quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Apatia, marasmo, inércia...

Apatia. Segundo o Wikipédia: (tá, control c + control v, assumido) é a falta de emoção, motivação ou entusiasmo. É um termo psicológico para um estado de indiferença, no qual um indivíduo não responde aos estímulos da vida emocional, social ou física. A apatia clínica é considerada depressão no nível mais moderado e diagnosticado como transtorno de identidade dissociativo no nível extremo. O aspecto físico da apatia se associa ao desgaste físico, enfraquecimento dos músculos e a falta de energia chamada letargia, que tem muitas causas patológicas também.

O "Dicionário de termos técnicos de medicina e saúde", de Luís Rey, registra a palavra apatia como termo psiquiátrico, com a seguinte definição: "Estado caracterizado pelo desinteresse geral, pela indiferença ou insensibilidade aos acontecimentos; falta de interesse ou de desejos".[1]

Apatia provém do grego clássico apatheia. Páthos em grego, significa "tudo aquilo que afeta o corpo ou a alma" e tanto quer dizer dor, sofrimento, doença, como o estado da alma diante de circunstâncias exteriores capazes de produzir emoções agradáveis ou desagradáveis, paixões. Assim, apatheia tanto pode significar ausência de doença, de lesão orgânica, como ausência de paixão, de emoções.[2]

Galeno, no século II d.C., empregou o termo apatheia no sentido somático, referindo-se à ausência de lesão em uma parte do intestino.[3]

O termo apatheia foi usado por Aristóteles (384-322 a.C.) no sentido de impassibilidade, insensibilidade, e, a seguir, incorporado pela escola filosófica fundada por Zenon (335-263 a.C.), denominada estoicismo, para expressar um estado de espírito ideal a ser alcançado pelo homem durante a sua existência.

Exemplo prático: jogadores do Fluminense disputando uma partida oficial de futebol.

Exemplo lúdico: sensação (ou ausência de) ao ouvir um discurso do Roberto Da Matta por 5 infindáveis horas, quando poderia ter dito o mesmo em 3 curtos minutos.

Também percebida quando: sente-se medo de estar envelhecendo ao não fazer mais que ficar em casa, vendo, lendo ou ouvindo algo das organizações Globo.

Quando, pegando uma clássica praiana de quarta-feira em itaquá, pensa que só está ali devido ao rigoroso calor do inverno niteroiense ou porque é dia de a faxineira arrumar a casa (geralmente, a dos pais).

Representada também em integrantes de grupos de PGE (trabalho de conclusão de curso da ESPM, obrigatoriamente em grupo, desafortunadamente).

É o que você está sentindo agora depois de 2,38 minutos de um texto apático, sem maiores aspirações, decorrente de um dia nublado, de uma noite mal durmida e da falta de motivação de fazer um PGE inteiro sozinho, e o que é pior, sobre uma grande (e bota grande nisso) empresa distribuidora de produtos farmacêuticos.

Teoricamente não constaria na vida de um jovem, como eu, mas..

Geralmente não me sinto apático, mas essa quarta-feira nublada, véspera de PGE tá braba...

Em quanto estará a mega sena?

Será que tem alguma peça interessante ou filme bom em cartaz? Algum livro bom na estante?

Nada.

Alguma coisa que preste na internet?

O Lula falando besteira para grandes líderes mundiais?

Igor comendo meleca, bêbado e visando barangar? Aliás, há que se filmar isso, pois valerá horrores quando ele vier a ser Ministro da Fazenda. Do Aécio Neves...

Se bem que o Conca seria um bom presidente...

Nada.

Pois é, apatia...

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